Este é o simbolo e grito de guerra do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira, que lutou na Italia em 1944 e 45. A unidade foi criada em 18 de dezembro de 1943, um ano e quatro meses após a declaração de guerra do Brasil aos países do Eixo. Para comandá-la foi nomeado o então Major Aviador Nero Moura, atualmente o "Patrono da Aviação de Caça" da FAB.
Seus pilotos e tecnicos foram treinados na Escola Tática Aérea em Orlando (Flórida) e Albrook Field (Panamá). Foram formados 350 homens incluindo 43 pilotos e pessoal de apoio estavam aptos a entrar em ação, foi enviado o 1° Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (1° GAvCa) à Itália, com a missão de integrar o 350th Fighter Group da então Força Aérea do Exército dos Estados Unidos (USAAF).
O grupo desembarcou em Livorno em 6 de outubro de 1944, sendo imediatamente transferido para a Base Aérea de Tarquínia. O Grupo de Caça passou então a integrar o 350th Figther Group (EUA), com a denominação de 1st Brazilian Fighter Squadron. Em 4 de dezembro de 1944, a unidade brasileira foi deslocada para a Base Aérea de San Giusto, em Pisa, 200 Km ao norte de Tarquínia e bem mais próxima das linhas inimigas no norte da Itália.
Entre 6 a 29 de abril de 1945, o Grupo Brasileiro voou 5% do total das saídas executadas pelo XXII Comando Aerotático sendo oficialmente atribuídos aos brasileiros 15% dos veículos destruídos, 28% das pontes destruídas, 36% dos depósitos de combustível danificados e 85% dos depósitos de munição danificados.
Após a guerra foi advogado, aviador e empresário, tendo sido o fundador da TABA (Transporte Aéreo da Bacia Amazônica) e em 1966 implementou no Brasil a empresa de transporte de valores Brinks, onde atuou como superintendente por mais de 25 anos
Por volta de 2010 eu montei uma nova oficina para mim e até que o projeto evoluiu um pouco, cortei o kit plastico original, outro trabalho cansativo e erro zero, fitos os cortes a coisa toda voltou para as caixas.
Seus pilotos e tecnicos foram treinados na Escola Tática Aérea em Orlando (Flórida) e Albrook Field (Panamá). Foram formados 350 homens incluindo 43 pilotos e pessoal de apoio estavam aptos a entrar em ação, foi enviado o 1° Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (1° GAvCa) à Itália, com a missão de integrar o 350th Fighter Group da então Força Aérea do Exército dos Estados Unidos (USAAF).
O grupo desembarcou em Livorno em 6 de outubro de 1944, sendo imediatamente transferido para a Base Aérea de Tarquínia. O Grupo de Caça passou então a integrar o 350th Figther Group (EUA), com a denominação de 1st Brazilian Fighter Squadron. Em 4 de dezembro de 1944, a unidade brasileira foi deslocada para a Base Aérea de San Giusto, em Pisa, 200 Km ao norte de Tarquínia e bem mais próxima das linhas inimigas no norte da Itália.
O auge das missões ocorreu no dia 22 de abril de 1945, data que hoje é comemorada como o "DIA DA AVIAÇÃO DE CAÇA". Somente neste dia foram realizadas 11 missões de 44 surtidas, com apenas 22 pilotos. Vale ressaltar que, durante toda a campanha da Itália, o 1º Grupo de Aviação de Caça jamais recebeu qualquer piloto para substituir aqueles que ultrapassavam a média de 60 missões. Já os pilotos americanos, após realizarem a 35ª missão, regressavam aos Estados Unidos.
Entre 6 a 29 de abril de 1945, o Grupo Brasileiro voou 5% do total das saídas executadas pelo XXII Comando Aerotático sendo oficialmente atribuídos aos brasileiros 15% dos veículos destruídos, 28% das pontes destruídas, 36% dos depósitos de combustível danificados e 85% dos depósitos de munição danificados.
Entre outubro de 1944 e maio de 1945, o 1° Grupo de Aviação de Caça voou 445 missões de guerra, tendo dezesseis caças Republic P-47D "Thunderbolt" abatidos pela artilharia antiaérea alemã.
Nasceu no Rio de Janeiro no dia 02 de maio de 1926. Era o mais jovem dos integrantes do 1º Grupo de Aviação de Caça quando aos 19 anos de idade se apresentou ao 1º GAvC no dia 04 de janeiro de 1945 em Pisa, vindo diretamente da escola de Pilotagem os Estados Unidos.
Integrou a Esquadrilha Amarela e completou 50 missões ofensivas, sendo a primeira em 20 de janeiro de 1945 e a última em 01 de maio de 1945.
Uma de suas missões dignas de registro foi no dia 27 de Janeiro de 1945 quando partiu com a Esquadrilha Vermelha partiu para mais uma missão, tendo como líder o 1º Ten Av Dornelles. Embora Canário fosse da Esquadrilha Amarela, neste dia ele pilotou P-47 A6 que mais tarde teria como titular Asp Av Fernando Soares Mocelin.
Durante um ataque rasante Canário colidiu acidentalmente com a chaminé de uma fábrica, derrubando-a. Na colisão seu avião perdeu parte da asa direita, o que não o impediu de retornar à base guiado pelo Dornelles. Optaram por seguir uma rota através do Mar Adriático, já que a artilharia anti aérea alemã estava pesada na região, além de o teto estar muito baixo e denso. Ao sobrevoarem a área de Veneza, Spitfires quase os derrubaram, pois não conseguiram identificá-los de imediato como pilotos aliados.
Passado o susto, Dornelles vôou com Canário a 5.000 pés de altitude, uma segurança contra a artilharia, além de manter silêncio no rádio. Apesar do estrago no seu P-47, Canário conseguiu fazer um pouso tranquilo e logo ele estaria se preparando para mais uma missão. Ele teve a opção de saltar de paraquedas, mas descartou essa alternativa pois dizia não ser paraquedista, mas sim aviador.~
Integrou a Esquadrilha Amarela e completou 50 missões ofensivas, sendo a primeira em 20 de janeiro de 1945 e a última em 01 de maio de 1945.
Uma de suas missões dignas de registro foi no dia 27 de Janeiro de 1945 quando partiu com a Esquadrilha Vermelha partiu para mais uma missão, tendo como líder o 1º Ten Av Dornelles. Embora Canário fosse da Esquadrilha Amarela, neste dia ele pilotou P-47 A6 que mais tarde teria como titular Asp Av Fernando Soares Mocelin.
Durante um ataque rasante Canário colidiu acidentalmente com a chaminé de uma fábrica, derrubando-a. Na colisão seu avião perdeu parte da asa direita, o que não o impediu de retornar à base guiado pelo Dornelles. Optaram por seguir uma rota através do Mar Adriático, já que a artilharia anti aérea alemã estava pesada na região, além de o teto estar muito baixo e denso. Ao sobrevoarem a área de Veneza, Spitfires quase os derrubaram, pois não conseguiram identificá-los de imediato como pilotos aliados.
Passado o susto, Dornelles vôou com Canário a 5.000 pés de altitude, uma segurança contra a artilharia, além de manter silêncio no rádio. Apesar do estrago no seu P-47, Canário conseguiu fazer um pouso tranquilo e logo ele estaria se preparando para mais uma missão. Ele teve a opção de saltar de paraquedas, mas descartou essa alternativa pois dizia não ser paraquedista, mas sim aviador.~
Em 15 de fevereiro de 1945, Canário voltaria a enfrentar mais uma situação difícil. Nesse dia ele ao ser abatido pela AAé inimiga ele não teve outra alternativa e saltou de paraquedas caindo na “terra de ninguém”, justamente no Front da FEB. Foi resgatado por uma patrulha da FEB do 11º RI e levado para a Base de Pisa. No dia seguinte, cedo, já estava cumprindo nova missão de guerra.
Ao regressar ao Brasil, pediu baixa da FAB para ser Piloto Civil na Panair do Brasil e posteriormente, Varig, onde foi Comandante de vôos internacionais, tendo feito mais de 25.000 horas de vôo ao se aposentar.

Pela sua participação na Campanha da Itália, Canário foi agraciado cos as medalhas Campanha da Itália, Cruz de Aviação fita A com duas estrelas, Distinguished Flying Cross (EUA), Air Medal com duas palmas (EUA) e Presidential Unit Citation (EUA)
Raymundo da Costa Canário faleceu no dia 13 de janeiro de 1997 no Rio de Janeiro.
Raymundo da Costa Canário faleceu no dia 13 de janeiro de 1997 no Rio de Janeiro.
P47D - 226756 Tenente Aviador Albeto Martins Torres
Após 64 missões de patrulhamento, já um piloto celebrado, desliga-se do 1o. Grupo de Patrulha e segue como voluntário para o Primeiro Grupo de Aviação de Caça da Força Expedicionaria Brasileira.
Após seu curso nos Estados Unidos, o então Aspirante Aviador Torres é destacado para servir jno 1º Grupo de Patrulha, sediado no Rio de Janeiro e que operava com Lockheed A 28 Hudson e PBY Catalina.
Na manhã do dia 31 de julho de 1943, Torres embarca como tripulante extra no PBY-5 batizado de Arará e decola da Base Aérea do Galeão para uma missão de proteção ao comboio JT-3. Após meia hora de voo, Torres assume os controles do aerobote, minutos antes das nove horas localizam o submarino Alemão U-199 que estava em missão de patrulha nas proximidades da cidade fluminense de Cabo Frio e o afundam.
Alberto Martins Torres foi o unioco piloto brasileiro responsável pelo afundamento de um submarino alemão nas costas Brasileiras. Foi condecorado nos EUA com a Distinquished Flying Cross.
Alberto Martins Torres foi o unioco piloto brasileiro responsável pelo afundamento de um submarino alemão nas costas Brasileiras. Foi condecorado nos EUA com a Distinquished Flying Cross.
Após 64 missões de patrulhamento, já um piloto celebrado, desliga-se do 1o. Grupo de Patrulha e segue como voluntário para o Primeiro Grupo de Aviação de Caça da Força Expedicionaria Brasileira.
Ao final da segunda Guerra era o Brasileiro com maior numero de missões de combate, creditado com 99 missões e uma de defesa.
Para se diferenciar do esquadrão, Martins Torres consegue que o "A" seja pintado inclinado para frente. Durante a campanha na Itália foram poucas as aeronaves que tiveram seus apelidos pintados nas carenagens. La pelas tantas ele resolve batizar sua aeronave, escolheu o apelido de "Trozoba" e pintou o nome logo abaixo do A4.
Reza a lenda que Nero Moura não gostou nada da brincadeira e pediu para pintar o olive drab por cima do apelido. Todas as fotos originais aqui mostram a carenagem pintada com uma mancha verde diferente, Eu quiz homenagear e mantive no modelo o "Trozoba"!
Após a guerra foi advogado, aviador e empresário, tendo sido o fundador da TABA (Transporte Aéreo da Bacia Amazônica) e em 1966 implementou no Brasil a empresa de transporte de valores Brinks, onde atuou como superintendente por mais de 25 anos
Este Projeto demorou um pouco...
Por volta de 1994 eu era fanático frequentador da Hobby Trade Center que foi a minha Meca do modelismo por alguns lindos anos. O proprietário , o queridíssimo Ellie Soffer, um misto de guru e pioneiro, embalou alguns Kits Minicraft P47 - 1:48 juntamente com ótimos decais da FEB. A embalagem trazia uma linda foto na capa e a marca HTC, sua loja. Coisa completamente inédita na época. Me lembro que comprei uma unidade que guardei com carinho por muitos anos...
Em 2002 a empresa checa Aires lançou um conjunto de upgrades em resina para o P47. Comprei todos!!! eram tres kits em resina, um do cockpit, outro das armas e o terceiro, complexo e extenso, do motor e suas carenagens. Aproveitei também e comprei as superfi´cies de comando da CMK em resina e um conjunto de armas em bronze. Seria um gigantesco trabalho.
Comentei com o querido Eli e ele me avisou: "É um projeto bárbaro, vai ser muito trabalhoso mas vai ficar lindo!" Me lembro que ele também me disse que o tal do Aires era louco!!!
Os kit de resina foram feitos para o kit da HAsegawa, Então comprei um segundo Kit de p47 Hasegawa, este seria entoa montado com o motor aberto e com o fenmenal cokpit Aires.Comecei o motor e a preparação das peças naquela época. Acredite: Kits de upgrade em resina dão muito trabalho!!!
O motor e as partes ficaram prontas, mas por conta de outros projetos e coisas da vida eu coloquei o motor em um pod de filme de fotografia, embalei as peças ja cortadas e lixadas e o tempo passou...
NA verdade eu acreditava que este complexo projeto estava além da minha capacidade
Em 2006 eu montei o Kit da HTC, que era na verdade o ruim Kit da Academy. Usei um dos Kits em resina naquele projeto e adorei o resultado. Este modelo aparece em um post aqui neste blog.
Por volta de 2010 eu montei uma nova oficina para mim e até que o projeto evoluiu um pouco, cortei o kit plastico original, outro trabalho cansativo e erro zero, fitos os cortes a coisa toda voltou para as caixas.
Mais uns anos, E eu ja experiente com alguns kits complexos e sinceramente muito ruins, resolvi encarar a briga de montar o P47 com motor e todo o detalhamento possível.
A obra demorou bastante. Descobri como era dificil ajustar e instalar os flaps e ailerons na asa da hasegawa. Os profundores e leme foram menos dificeis...Eu fiz questão de deixar flapes abaixados, ailerons defletidos e profundores abaixados. Coisa qua naão acontece na realidade, mas ficou interessante.
O cockpit foi trabalhoso mas fácil... Agora ajustar este motor foi uma verdadeira novela! O kit Aires tem peças demais e sinceramente várias não cabem ou ficam escondidas... Me deu muito trabalho encaixar tudo respeitando o comprimeto total do avião e o elinhamento da coisa toda, lembrando que tudo a partit da parede de fogo foi removida!!!
O paiol de armas fou extremamente trabalhoso, começa com a remoção extra cuidadosa das tampas do kit de plastico e com o ajuste na espessurada peças de resina para que a asa fechasse. Tambem deu muito trabalho acertar os canos das armas. Parace fácil, mas tudo tende e ficar desalinhado!!!
O P47 Olive drab esteva quase pronto, daí fui procurar um set de decais mais acurados, e encontrei a folha da FCM, fantástica, era o que eu rpocurava.
Mais alguns
Só que na olha de cais aparecia aeronavas em alumínio e aeronavesm em Olive drab... resolvi montar um conjunto com duas delas!!! NAda como complicar ainda mais as coisas!!!
Só que na olha de cais aparecia aeronavas em alumínio e aeronavesm em Olive drab... resolvi montar um conjunto com duas delas!!! NAda como complicar ainda mais as coisas!!!
Eu ja sabia que a Tamiya tinha lançado ha anos um P47 fantastico, eu sabia que kits Tamiya trazem um resultado excelente com pouco trabalho. Logo comecei a montar o Tamiya que seria pintado em alumínio.
Tambem pesquisei bastante para sebar qual Acft e qual piloto eu homenageava. Acho que escolhi certo.
Usei a mesma plataforma do diorama JV44 ( neste blog) e usei também o caminhão e o jipinho qu eu ja tinha prontos, as peças de apoio eu ja tinha tambem. Como eu tinha 3 kits de p$&, havia um excesso de armas e bombas e etc.. montei uns a mais e os expus no chão...
Eu seu que os americanos eram extremamente organizados e que bombas e armas jamais ficariam proximos dos aviões e nem tampouoc proximos a um caminhão de abastecimento... mas baola pra frente...
Em 2019 terminei o trabalho quase todo, ficou faltando alhuns detalhes chatos como os canopis e as metralahdoras, bem como os lemes que deveriam ter o vere e amarelo identicos aos das insígnias. O trabalho ficou no "Ta-pronto-só-falta" depor mais dois anos!!!!
Até que conversando com meu amigo Raul Quintella, resolvi gastar coisa de uams 6 horas de trabalhao para concertar o que estava fora do lugar, limpar tudo e finalmente terminar os canopis e pequenos detalhes que faltavam.
de 1994 até 2021 são quantos anos mesmo????












Muito interessante essa história parabéns..
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